Principais lançamentos de agosto de 2019!


Fique por dentro dos principais lançamentos do mês com nossa Hotlists 🔥


PAPISA - Fenda
Fenda é o primeiro álbum de Papisa, projeto da cantora, compositora e produtora Rita Oliva. Produzido e gravado por ela em seu estúdio caseiro, o disco flerta com indie rock, dream pop e música brasileira e carrega a aura mística que circunda o projeto - seja em seus vídeos, em seus shows ritualísticos ou nos temas abordados nas letras. Inspirado na investigação do universo interior, Fenda é um convite para a vulnerabilidade do sentir, para penetrar nos mistérios do invisível e para saber-se parte dos ciclos de morte e renascimento.






Luiza Brina - Tenho saudade mas já passou
Existe uma leveza rara no som produzido por Luiza Brina. Coisa que só artista mineiro sabe como fazer. Melodias que parecem dançar pelo tempo, flutuando em meio a diferentes fases da nossa música, como um permanente resgate de sensações, vivências e memórias empoeiradas. Um misto de nostalgia e evidente desejo de transformação, estrutura que orienta de forma simples cada fragmento de voz, nota ou minucioso entalhe criativo que embala o terceiro e mais recente álbum de estúdio da cantora e compositora belo-horizontina, Tenho Saudade Mas Já Passou (2019, Matraca / YB).





5 a Seco - Pausa
O grupo musical 5 a Seco, que alcançou notoriedade com a canção Pra Você Dar o Nome, anunciou que fará uma pausa na carreira por tempo indeterminado. Em nota publicada na página da banda no Instagram, os músicos agradeceram o carinho dos fãs e comemoraram os dez anos de carreira. De surpresa o grupo liberou nas plataformas digitais, o seu quarto álbum de estúdio, intitulado “Pausa”. A novidade foi revelada após o último show da turnê.






APELES - Crux
Cantor e compositor Eduardo Praça, que passou por bandas conhecidas na cena independente brasileira, Ludovic e Quarto Negro, lançou hoje pelo selo Balaclava Records seu segundo álbum solo 'Crux', que trilham o mesmo caminho do álbum antecessor (excelente) Rio do Tempo, trazendo aos nossos ouvido uma sonoridade melancólica meio ou (completamente) dark com base instrumental que sustenta o disco até o fim.
Gravado entre janeiro de 2018 e o último janeiro deste ano, entre São Paulo e Berlim, CRUX traz Guri Assis Brasil em três faixas e Thiago Klein, ex-Quarto Negro, nos pianos e sintetizadores. Sua capa tem arte de Izabel Menezes e foto de Rodrigo Bueno, com direção de arte de Manoela Moura.





Renato Enoch - Recortes {b}
Renato Enoch é cantor e compositor, conhecido também por suas releituras. O projeto "recortes" reúne as inspirações musicais do artista e algumas canções que marcaram sua trajetória na internet, dividido em dois EPs de releituras (representando os lados A e B dos discos de vinil), sendo o "recortes {b}" com canções da MPB dos anos 70 e o "recortes {a}" apenas com música das duas últimas décadas. "Recortes {b}" é o primeiro EP a chegar e traz as influências setentistas do artista, repaginadas para refletir o contemporâneo e a sua essência enquanto intérprete. Com participação especiais.





Abacaxepa - Caroço
Caroço é signo de vida e morte; de princípio e fim, simultaneamente. Dualidades inseparáveis do caráter da semente. Talvez metáfora de outros binômios até duma cancerígena conotação. “Segredo que morre semente”, mas se morre semente, há de se ter um segredo muito bem guardado, pois ali subjaz a vida. Caroço é palavra, e também o jeito popular e poético que o sertão encontrou para cantar esse mistério. Contraditoriamente, “Caroço” é o nome do primeiro álbum da Abacaxepa, a banda que tem o “abacaxi de fim de feira” por nome, a fruta sem caroço, mas coroada. Eis a criação: misturar abacaxi, mais xepa, mais caroço. (Assucena Assucena)





Vivian Kuczynski - Ictus
A curitibana Vivian Kuczynski mais uma vez traz sua densidade no disco de estreia, Ictus. Aos 16 anos de idade, Vivian tem uma proposta musical única e minimalista. O conceito apropriado nas 9 faixas que compõem Ictus é sintetizado nos sentimentos mais intrínsecos da artista. É basicamente uma sonoridade que acolhe numa mesma proporção em que parece instigar o máximo do ouvinte.





Marina Melo - Estamos Aqui
Uma coleção de situações que acontecem entre as pessoas que estão presentes e que compartilham o mesmo tempo e o mesmo espaço. Este é o mote de “Estamos Aqui“, segundo disco da cantora e compositora paulista Marina Melo.
A artista faz, ao longo das 10 faixas, um convite à reflexão sobre si e sobre as atuais configurações sociais. “Comecei a me perguntar como era possível sermos tão semelhantes e, ao mesmo tempo, brutalmente diferentes”, conta a artista. “Tive vontade de fazer músicas que nos ajudassem a nos reconhecer no outro, porque, no fundo, todos queremos a mesma coisa: um tanto de paz, de dança e de risada”, completa fazendo referência a um dos versos de “Gente“, segunda música do disco a chegar às plataformas de streaming e ganhar um clipe.




Romero Ferro - FERRO

O pernambucano Romero Ferro lança amanhã (30) seu segundo álbum, "Ferro". O cantor e compositor segue com a mesma sonoridade do álbum de estreia mesclando elementos do brega recifense, sonoridades do pop e nuances do movimento new wave.
O projeto reúne 10 faixas, onde nove delas foram produzidas por Leo D, do Mundo Livre S/A, e uma por Benke Ferraz, do Boogarins. Romero conta com as participações de Duda Beat, Otto, Mel e Hiran.
A capa feita com arte de Tomaz Alencar sobre fotos de Lana Pinho retrata a nova fase do artista. Efeitos de luz néon, figurinos e um colorido cítrico e intenso remetem à new wave da década de 1980, que também está na base da sonoridade do álbum.





Teco Martins - Logos Solar
Em seu segundo álbum solo e nono disco da carreira, π Teco Martins sintetiza todas as estradas de sua trajetória eclética e multicultural. “Logos Solar” une cantos xamânicos, sons de música ancestral, tons de dream rock e pop psicodélico com MPB mântrica e pós-noise japonês. O álbum celebra uma jornada de quase duas décadas de carreira, onde, nos últimos 10 anos, Martins dedica intensamente à arte de rua no Brasil.





Samico - Samico
As minhas músicas remetem a um lugar terapêutico: de conforto, de acalmar. Falam sobre olhar pra dentro de si e perceber que a melhor escuta é de olhos fechados.
Samico ainda revelou que as canções têm muita influência do período em que esteve em Luanda, Angola, e segundo o próprio seu trabalho “traz na poesia e melodia o pertencimento a um estado comum de existência: a contemplação.”
O disco foi produzido em parceria com compositores e poetas pernambucanos da nova geração e seu  lançamento saiu no primeiro semestre de 2019.





Cássia Eller - Todo Veneno Vivo (Ao Vivo No Rio De Janeiro / 1998)
O lançamento é uma reedição de Veneno Vivo (1998), que contava com 14 faixas gravadas em três apresentações no Teatro Rival, Rio de Janeiro.
Além de ter 10 músicas a mais, como “Blues da Piedade”, “Bete Balanço” e “1º de julho”, o novo álbum conta com 20 performances inéditas (ouça abaixo). Todo Veneno Vivo sai em todas as plataformas digitais e também possui versão física.





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