Confira os artistas LGBTQI mais expressivos na música brasileira


“O ódio disfarçado de opinião é tão culpado quanto quem mata” (Linn da Quebrada, para o site Lado Bi: Cultura e Cidadania LGBT na real e com local)



Filipe Catto
Filipe Catto Alves (Lajeado, 26 de setembro de 1987) é um cantor, instrumentista, compositor, ilustrador e designer brasileiro. Ganhou fama ainda muito jovem, voltado para a MPB, o samba e o tango moderno, mas com o tempo, avançou para outros gêneros, como o jazz, o rock e o bolero, entre outros.


Jaloo
Jaime De Souza Melo Júnior (Castanhal, 6 de setembro de 1987), mais conhecido pelo nome artístico Jaloo, é um cantor, DJ e produtor musical brasileiro. É considerado um dos nomes modernos da música indie brasileira.


Thiago Pethit
Thiago Pethit é um cantor- compositor paulista. Estreou em 2008, com o EP 'Em Outro Lugar'. Influenciado por Tom Waits, Kurt Weill, Leonard Cohen e pela cena underground dos anos 60 e 70, o primeiro álbum de Thiago - intitulado 'Berlim, Texas' - foi lançado em 2010, com produção de Yuri Kalil (Cidadão Instigado), sonoridade calcada no Folk.

Thiago Pethit
São Yantó, o artista tambem conhecido como Lineker, é bailarino, cantor, performer, produtor e diretor. Mineiro natural de Bambuí, reside atualmente na capital paulista. Sua arte não se define por um segmento artístico específico ou recortado, mas pelo cruzamento das diversas experiências que constituem sua trajetória, tendo como eixo central de suas criações o estudo das intersecções poéticas entre o movimento e a voz.


Thiago Pethit
John Donovan, mais conhecido como Johnny Hooker (Recife, 6 de agosto de 1987), é um cantor, compositor, ator e roteirista brasileiro. Foi vencedor do Prêmio da Música Brasileira como Melhor Cantor na categoria Canção Popular.
Suas músicas são conhecidas por dar vida a trilhas sonoras, como "Volta" (trilha do filme Tatuagem), "Amor Marginal" (trilha da novela Babilônia) e "Alma Sebosa" (Trilha da novela Geração Brasil, na qual Johnny interpretou o personagem Thales Salgado).


As Bahias e a Cozinha Mineira
As Bahias e a Cozinha Mineira é um grupo musical brasileiro, formado na Universidade de São Paulo em 2011 onde a banda começou a se apresentar em festas universitárias. O grupo possui fortes influências de Gal Costa e do Clube da Esquina, e tem como mote na música identificar as formas de expressão das mulheres.


Liniker E Os Caramelows
Liniker e os Caramelows é uma banda brasileira formada em 2015 na cidade de Araraquara. Conta com Liniker nos vocais, Rafael Barone no baixo, William Zaharanszki na guitarra, Pericles Zuanon na bateria, Márcio Bortoloti no trompete e Renata Éssis no backing vocal.


Ekena
Ekena: Desde 2010 no cenário da música autoral, a cantora Ekena lança seu primeiro disco em maio, intitulado 'Nó', o álbum conta com 13 faixas autorais, que passeiam pelo folk e mpb.
As canções intimistas e densas, trazem a tona os relacionamentos interpessoais e a luta incessante em ser mulher em meio a uma sociedade machista!
Entre as canções do disco estão as já conhecidas 'Juro Juradinho', 'Passarinho' e 'Pois é', que foram lançadas em abril de 2016 no EP 'Passarinho'. Além dessas o disco ainda conta com o single 'Todxs Putxs', que ganhou clipe lançado em abril que já conta com mais de 330 mil.


Ava Rocha
Ava Patrya Yndia Yracema Gaitán Rocha, conhecida como Ava Rocha (Rio de Janeiro, 21 de março de 1979), é uma cantora, compositora e cineasta brasileira. Formou em 2008 a banda AVA, com Daniel Castanheira (percussão), Emiliano Sette (violão) e Nana Carneiro (violoncelo). O grupo lançou seu primeiro disco em 2011 e se dissolveu em 2014. No ano seguinte, Ava lançou seu primeiro álbum solo, apontado como o quarto melhor de 2015 pelo crítico Ben Ratliff, do jornal The New York Times.


Bemti
Bemti; Criador da banda Falso Coral e membro do projeto Aos Cubos, onde já tocou com artistas como Silva, Ana Muller e Banda Uó, Bemti se aventura num projeto solo onde mistura referências eletrônicas contemporâneas e o timbre inconfundível da viola caipira, seu instrumento de “alma”. O primeiro single e clipe, “Gostar de Quem”, trata da dificuldade de se criar vínculos sob a ótica de um homem gay num contexto em que aplicativos facilitam os encontros ao mesmo tempo que parecem dificultar relações que vão além da superfície. O artista já lançou dois singles do álbum “Era dois”, que sairá no primeiro semestre de 2018 e contará com as participações já confirmadas de Johnny Hooker e Fernanda Kostchak do Vanguart.


Caio Prado
Caio Prado: A placa de censura no meu rosto diz: ‘não recomendado à sociedade’. A tarja de conforto no meu corpo diz: ‘não recomendado à sociedade’ Pervertido, mal amado, menino malvado, muito cuidado! Má influência, péssima aparência, menino indecente, viado, canta Caio Prado na canção “Não Recomendado”. Poucos teriam essa coragem na socidade de hoje e só por isso dá para entender os motivos do carioca ser um quebrador de regras.


Linn da Quebrada
Linn da Quebrada: Bicha, trans, preta e periférica. Nem ator, nem atriz, atroz. Bailarinx, performer e terrorista de gênero. Essas são algumas das referências da MC Linn da Quebrada que, agora, também usa a música – especificamente o gênero funk – como uma ferramenta de transformação social e uma poderosa arma na luta pela quebra de paradigmas sexuais, de gênero e corpo. Bixaria Bocket Show – Uma Performance cênica musical pautada num repertório autoral atravessado pelas questões relativas ao corpo preto, periférico, bixa e transviadx da artista. Nasce como grito, até então entalado na garganta. Nasce da necessidade de ter voz, de ser ouvida. Seu objetivo primeiro é empoderar corpos, é produzir encontros – seja nas ruas, festas, fervo – que modifiquem nossas relações ou o olhar que temos sobre elas e nós mesmas. É resistência!

Rico Dalasam
Rico Dalasam: Ele é o único rapper abertamente gay da cena musical brasileira. E, como se isso já não fosse não suficiente, Rico Dalasam é tão militante quanto bom nas rimas. Sua música “Aceite-C” é um hino sobre, duh, aceitação. E ele vai além: suas roupas são um convite para que as pessoas repensem de fato o que é o gênero. Ele está fazendo uma pequena revolução.


Pabllo Vittar
Pabllo Vittar: Quantas drag queens brasileiras você vê por aí fazendo música e, principalmente, sucesso? Essa é a Pabllo Vittar que, após o lançamento de “Open Bar”, uma versão da música “Lean On”, viu sua fama na internet crescer e, junto, o interesse por sua figura. Mas, assim, pode uma drag com nome “de homem”? Claro que sim! E a Pabllo, que deu expediente recentemente como a vocalista da banda do programa “Amor & Sexo”, está aí para desconstruir essas “regrinhas”.


LaBaq
LaBaq: Um dos nomes mais mencionados quando se fala da atual música alternativa/pop e da cena indie no Brasil, lançou seu debut em 2016, “voa” alcança atualmente mais de 150.000 ouvintes/mês no Spotify, sendo alvo dos mais refinados ouvidos quando o assunto é uma cantora, compositora, guitarrista e produtora musical da nova geração.


Cais
Cais: A música narrada do ponto de vista LGBT é algo que vem ganhando mais força nos últimos tempos e é sempre importante dizer que ficamos agradecidos demais por essa representatividade.
Pois foi justamente pensando em uma história de término vivida por dois rapazes, em sua mais profunda delicadeza, sutileza e, ao mesmo tempo, força, os jovens Fábio Lamounier e Peo Tavares, responsáveis pelo duo Cais.


TRIZ
Triz Rutzats é um artista paulistano, nascido e criado no bairro periférico da Pedreira, zona sul da cidade São Paulo. Com apenas 19 anos de idade, carrega em seus versos o contraste entre a suavidade do timbre de sua voz cantada e a força contestadora de suas rimas. ​
Triz ficou conhecido após lançar em 2017 seu primeiro single, “Elevação Mental”, um rap que traz a causa LGBT como tema principal.



Lista feita em parceria com grupo (Facebook) Balaio Musical de Antonio Ballalai ❤

       
Quer descobrir mais artistas LGBTQI+? Acesse o site abaixo:
QUEER BRASIL
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